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Sindirações divulga o balanço 2023 do setor de alimentação animal

Sindirações divulga o balanço 2023 do setor de alimentação animal

O setor de alimentação animal apresentou um avanço modesto no balanço de 2023, de acordo com os dados divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações). O desempenho foi influenciado pelas diferentes cadeias produtivas. Entre janeiro e setembro, a produção de rações teve um aumento de quase 2%, totalizando 62,6 milhões de toneladas.

A análise detalhada revela que a demanda por rações para frangos de corte aumentou 3% em relação ao mesmo período do ano passado. No caso das poedeiras, houve um avanço de 1,0%. Já para suínos, o crescimento foi de 2,4%, enquanto para bovinos de corte e leite, foram registradas quedas de 5,1% e 1,1%, respectivamente. Na aquacultura, houve um incremento de 2,8%, e no segmento de cães e gatos, um aumento de 6,3%. A produção aproximada, em 2023, foi de 87 milhões de toneladas de rações e sal mineral, representando um aumento de quase 1,5% em relação ao ano anterior.

Ariovaldo Zani, CEO do Sindirações, destacou que a produção acumulada no primeiro semestre de 2023 foi cerca de 2% maior do que no mesmo período do ano passado.

No entanto, os volumes alcançados nos primeiros e segundos trimestres de 2023 foram praticamente equivalentes. No restante do ano houve amplas variações, com avanço nas rações para frangos de corte e alimentos para cães e gatos, enquanto a alimentação industrializada do plantel leiteiro foi prejudicada pela retração no consumo doméstico de lácteos e pelas importações de leite.

Para as perspectivas e planejamento de 2024, Zani enfatiza que a indústria de alimentação animal leva em consideração as projeções preliminares das entidades representativas dos produtores de carnes bovina, suína, aves, ovos, leite e exportadores. A expectativa é de um avanço de aproximadamente 2,5% na produção de rações. As estratégias do setor visam garantir o suprimento adequado dos macro ingredientes, como milho, farelo de soja e cereais de inverno, além dos microingredientes, como vitaminas, enzimas e outros aditivos importados e precificados em dólar. As tendências em nutrição animal e aditivos para rações devem se concentrar na mitigação da pegada de carbono, visando reduzir a poluição e as emissões de gases de efeito estufa.

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