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Ansiedade em pets cresce e veterinários alertam para sinais de estresse em cães e gatos

Ansiedade em pets cresce e veterinários alertam para sinais de estresse em cães e gatos

Mudanças no estilo de vida, rotina urbana e longos períodos sozinhos em casa estão entre os fatores que mais impactam o comportamento dos animais. Nos últimos anos, especialistas têm observado um aumento significativo nos casos de ansiedade em cães e gatos. O fenômeno está ligado tanto à maior conscientização dos tutores quanto às mudanças no estilo de vida dos animais, que hoje vivem mais em ambientes urbanos e com maior dependência da rotina humana.

Segundo Liandra Amaral, médica-veterinária especialista em clínicas da Plamev, o aumento dos casos está relacionado principalmente à maior atenção dos tutores ao comportamento dos pets e às transformações na rotina dos animais dentro das cidades.

“Hoje os tutores estão mais atentos ao comportamento dos pets e conseguem identificar sinais que antes passavam despercebidos. Ao mesmo tempo, muitos animais vivem em ambientes urbanos com menos estímulos naturais e acabam se tornando mais dependentes da rotina humana”, explica.

Entre os comportamentos mais comuns que indicam ansiedade estão vocalização excessiva, destruição de objetos, comportamentos repetitivos como lamber as patas de forma constante ou andar em círculos além de alterações no apetite e dificuldade para relaxar.

Em gatos, os sinais podem aparecer de forma mais discretos, como isolamento, mudanças no apetite ou até agressividade repentina.

A vida em apartamentos e a rotina corrida dos tutores também podem influenciar diretamente no bem-estar emocional dos animais. Ambientes com pouco espaço, poucos estímulos e rotina irregular podem contribuir para o desenvolvimento de ansiedade.

Outro problema cada vez mais comum é a chamada ansiedade de separação, especialmente em cães que passam muitas horas sozinhos em casa. Nesses casos, o animal pode vocalizar intensamente quando o tutor sai, destruir objetos, apresentar salivação excessiva, tentar fugir ou urinar em locais inadequados.

Para reduzir esses impactos, especialistas recomendam estimular atividades físicas, oferecer enriquecimento ambiental, manter uma rotina previsível e garantir momentos de interação e brincadeiras com os animais.

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